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domingo, 29 de abril de 2012

O ateísmo nunca irá conseguir acabar com a religião!





By Marcio Alves

Meus caros amigos “ateus-atoa”, “ateus-militantes”, “ateus-perdidos “, “ateus-agnósticos” e até “ateus-enrustidos” – o que tem de gente que no fundo é ateu, mas não sai do armário, não é brincadeira não! Sem contar os que são, mas não sabe ainda que são, ou não querem reconhecer isto –  vocês devem encarar a dura e “triste” (para os ateus) realidade de que a religião nunca irá acabar. (Porque será que a grande maioria dos ateus deseja ardentemente que os religiosos se tornem também ateus? Será que Freud explica? Risos)

Levanto, a partir de agora, nove (9) razões porque a religião nunca vai acabar:

1-Ela é a maior utopia das utopias

Promove uma visão futurista de esperança, gloria e otimismo, atribuindo ao “todo-poderoso” – aquele que nunca pode ser frustrado em seus planos – o poder de concretizar aquilo que seria impossível aos homens.
(Deus na visão do religioso é como o diretor que espera o momento certo, para intervir no filme que esta desenrolando, para por um ponto final, independente da atuação dos atores)

2-O religioso não corre o risco de um dia descobrir que sua crença não é real

Quando se aposta, geralmente se espera e se tem o resultado, seja o desejado ou não, mas no caso da religião é uma aposta que o religioso nunca descobrirá que era de fato um engano, pois se quando a pessoa morre se segue logo o nada da existência, o crente não terá do que se arrepender depois da morte. (famosa aposta do filosofo Pascal)

3-Ela torna a pessoa especial

Na visão religiosa o homem é a imagem de Deus, possui uma alma, e é alvo do cuidado de Deus, seja para ser abençoado por ele ou muitas vezes castigado como forma de repreensão.
Tire a concepção espiritual do homem, e ele se torna um mero animal sem alma que apenas racionaliza, mas que compartilha da mesma origem e o mesmo fim do animal.

4-Ela oferece respostas para a existência humana

Ela diz da onde você veio, porque você esta aqui e para onde você irá. Ou seja, ela enche o ser humano de propósito e significado. Pode até se argumenta que é falsa, que é inventada, que é ilusória, que é enganosa, mas no fundo, o que importa para o ser humano, que em geral prefere uma verdade inventada e cômoda, do que a angustiante duvida da não resposta, é a resposta em si.

5-Ela alivia a dor humana

Pois promete um paraíso eterno sem dor e sofrimento, ou seja, neste mundo você pode não ter nada, sofrer, ser injustiçado, mas lá no outro mundo, Deus irá reparar os seus danos sofridos.
Imagina uma pessoa que perdeu pessoas as quais ama, ela, se for religiosa, irá se consolar com a promessa da eternidade, onde poderá encontrar os seus parentes e amigos – mas desde que seja também da mesma religião, porque se não, se for um crente, por exemplo, irá ficar profundamente triste por crer que a pessoa a qual mais amou, mas que não era de sua religião foi parar no inferno por toda eternidade.

6-Porque os religiosos acreditam porque querem acreditar

Hoje, (sempre?) mais do que nunca, a grande busca do ser humano é pela tão sonhada e ilusória felicidade, tanto é que criamos varias ilusões, conscientes ou não, para tornar nosso mundo frio e cinzento, um pouco colorido e quente.
Portanto, a grande pergunta que a maior parte dos seres humanos fazem a si mesmo é: “isto vai trazer alegria, felicidade e/ou prazer para minha vida?” e não se é verdade ou real na existência, até porque, se ela verdadeiramente experimenta, para ela isto já se constitui uma verdade em si.
Sendo assim, os religiosos acreditam porque querem e desejam ardentemente acreditarem que é real sua experiência religiosa, e, contra isto, não há argumentos racionais que venham dissuadi-las desta vontade.

7-Porque ela é um sistema muito bem estruturado e organizado

Alguns ateus no afã de quererem “converter” (ou “desconverter”) os religiosos para sua “corrente de pensamento ateia”, distorcem os argumentos religiosos, por pura esperteza ou ignorância mesmo, limitando as mesmas em reducionismo classificatório e taxativo de somente “pura fé”, dizendo que os religiosos não utilizam à lógica e nem a razão.
Mas estão equivocados, porque toda religião possui em si mesma, isto é, em seus sistemas, lógica e razão interna, sendo coerente dentro da lógica proposta por cada religião.
Ou seja, quando um sujeito vai para alguma religião, ele não vai encontrar uma bagunça generalizada, onde cada adepto pensa ou diz de um jeito, mas sim, uma organização com sistema, doutrina, culto, hierarquia, e até uma concepção de deus própria.

8-Ela trabalha em cima do egoísmo e interesse humano

A religião, mais do que qualquer outra coisa, promove o interesse e egoísmo do ser humano, pois é um sistema de recompensa e punição que estão ligado e determinado pelos atos individuais de cada um – a famosa fala de Paulo “cada um dará conta de si mesma a Deus”.
Céu e bênçãos materiais, no caso do cristianismo, para quem for obediente, e, inferno e castigo para os desobedientes.
Ou seja, ela reforça e mantém ao mesmo tempo, o sujeito dentro do processo religioso, seja por medo da punição, ou interesse de ganhar recompensa.

9- A última e mais obvia das conclusões

Vou terminar esta postagem no nono ponto, sabendo que existem mais razões do porque “O ateísmo nunca irá conseguir acabar com a religião!” com a principal e mais simples conclusão:
Não é possível datar e nem dizer como a religião se iniciou de fato, apenas se especula, mas o que interessa mesmo é que nunca existiu (pelo menos nunca se descobriu) e não existe nenhuma sociedade sem religião, isto em milhares de anos, como os ateus pensam que agora vão conseguir acabar com a religião, e isto no mundo inteiro? (Desse jeito meus caros amigos ateus, vocês vão acabar sendo taxados de pessoas com muita mais fé do que os próprios religiosos, ou de serem pessoas ingênuas. Risos).

9 comentários:

Ivani Medina disse...

A ideia de ateísmo como um movimento é recente. Ateu é aquele que não crê em Deus ou não se interessa pelo assunto sob o ponto de vista algum, seja filosófico ou pretensamente científico, como é o meu caso. A partir de movimentos organizados na Europa, a ideia de ateísmo começou a se propagar pelo mundo como uma grande novidade que não nunca foi por causa do poder da mídia. Antes, os ateus não tinham direito a palavra e eram veementemente reprimidos. A explosão das possibilidades de comunicação deixou muitos insatisfeitos e ofendidos por verem contestadas suas verdades. Refiro-me às “verdades” cristãs.

Que as ditas religiões existem em todas as sociedades sabe-se lá desde quando, é um fato. Só que tais soluções sociais nada têm a ver com as “verdades” cristãs e não vemos outras religiões de outras origens incomodadas com os ateus, senão as de origem cristã. Por quê? Por causa das mentiras cristãs que já não podem se protegidas como eram antes, quando as vozes dos ateus não podiam ser ouvidas. Se você não reparou, Marcio Alves, religião alguma se preocupa com o ateísmo, senão as cristãs. As religiões podem continuar sim, menos o cristianismo como está, pois está podre e fundamentado em mentiras.

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Caramba! Desta vez um comentarista crente e um autor supostamente ateu estão bem que de acordo. Pelo menos quanto á essência do que foi escrito para não ficar entrando em detalhes já que eu poderia argumentar nesta religião é assim e naquela não é, bem como criticar que a visão crítica exposta no texto foca mais no cristianismo do que nas outras religiões.

Lembro que o pastor de uma das duas igrejas nas quais eu me congreguei em Nova Friburgo assim costumava dizer em púlpito:

"Se vocês pensam que o difícil é ser crente, estão enganados. Difícil é ser ímpio [não crente]! O jugo de Jesus é suave e seu fardo é leve..."

Márcio, acho que os seus dias de ateísmo estão terminando e penso que já esteja tendo um encontro com a Suprema Realidade e não se deu contya. (rsrsrs)

Tenho pra mim que muitos ateus, agnósticos e teólogos liberais terminarão seus últimos dias numa igreja rezando o Pai Nosso. É o que diziam os sacerdotes católicos conservadores acerca dos padres seguidores da Teologia da Libertação. E não é que eles estavam certos?!

No processo de desconstrução, ao experimentar a ausência de valores, o homem fica totalmente vulnerável se ele não construir algo substituto daquilo no qual antes se apoiava. E aí, na falta de um "sistema muito bem estruturado e organizado", o livre pensador acaba retornando a um dos seus meios de origem.

Vou dar um exemplo. Eu, embora não seja ateu, exponho-me a processos de desconstrução doutrinária. Reciclo minha maneira de pensar e vou prosseguindo.

Ora, não tendo mais encontrado identificação em termos ministeriais com as igrejas evangélicas que existem por aí e menos ainda com o catolicismo romano, corro o risco de ser novamente absorvido pelo mesmo sistema cristão protestante ou pelo de outra religião caso não consiga organizar o meu grupo. No dia em que minha atividade ministerial vier a diminuir, ou eu desistir de tentar liderar algo, corro o risco de voltar a me congregar numa igreja evangélica (ou até católica, sinagoga judaica ou loja maçônica) com a qual tenha pontos de identificação.

Abraços.

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Em tempo!

A pessoa que se congrega num lugar ou acompanha algum movimento religioso, ela necessariamente não precisa concordar com tudo ali.

É o que faz a grande maioria do povo em sua crença popular sincrética.

Grande parte dos frequentadores de uma igreja estão ali porque se sentem bem, mantem-se presos a uma tradição (às vezes muito mais cultural), querem conviver com outras pessoas, ter boa reputação moral na sociedade, receberem orientação ética a quem elas entregam o direito de decidir por elas, etc.

Sendo asssim, creio que a religião talvez só termine quando puder ser um dia substituída por um sistema melhor do que aquele que sempre ofereceu. Aí seria uma religião mais científica, com menos antropoformizações da divindade, afirmando o universalismo, com estímulo à autopesquisa, verdades relativas de ponto, aceitação do novo ao invés de neofobismos, mais investimentos na racionaidade mas sem desprezar um tratamento às carências emotivas, algo livre da doutrinação e da lavagem cerebral com base no princípio da dúvida, direcionamento das energias psíquicas em substituição a orações, devoções e amuletos, reciclagem da consciência no lugar daquela conversão ao modo de adequação à coerção psicológica (a aposta pascaliana da qual falou), aplicação da lógica ao invés de se manter a mitologia, estudo científico dos fenômenos tidos como "parapsíquicos" ao invés de considerá-lo como eventos milagrosos, um esclarecimento libertador das práticas consolatórias, hipóteses justificadas ao lugar das velhas crenças injustificadas, assistência fraterna entre as pessoas para que elas não criem dependências psíquicas alienantes da divindade, abertura à refutação, exame de consciência como algo mais elevado do que a tradicional "revisão de pecados", democracia e não o autoritarismo das lideranças, incentivo à responsabilidade e à maturidade ao invés do corrompido sistema de punições e recompensas, etc.

Será que a humanidade consegue criar um sistema neste nível capaz de virar de vez a página dessas religiões retrógradas e sectárias?

Penso que será necessária uma convivência pacífica com o grau de consciência das demais pessoas e com as religiões para que o novo sistema seja capaz de absorver o velho e não entrar em rota de colisão. Do contrário, ateus vão ficar desperdiçando energia ao tentarem "desconverter" os crnetes. Ou criaremos uma nova religião para competir com aquelas que estão aí.

De um ano pra cá, tenho estudado uma corrente do espiritismo científico chamada de conscienciologia. Muito do que estou expondo acima, inspirei-me nos trabalhos deles que se iniciou através do médico Waldo Vieira que foi um dos principais companheiros do Chico Xavier em Uberaba até romper com o médium. Vieira, porém, continuou estudando o parapsiquismo e criou um movimento que nega ser religioso, mas eu o considero como algo que pretende ser substitutivo da religião e, portanto, seria mais uma religião.

De qualquer modo, até um trabalho racionalista como o do Waldo Vieira, que nem se diz mais espírita, corre o risco de, eventualmente perder seguidores para as religiões. Uma pessoa com problemas pode considerar a conscienciologia muito fria pela falta de investimentos nas emoções e, desta maneira, procurar refúgio no kardecismo para receber conforto pelas palavras de um mestre com supostos poderes mediúnicos que trará "revelações do além".

Enfim, acho complicadíssimo desenvolver um trabalho que alcance um ponto de equilíbrio capaz de satisfazer as necessidades de todos. Porém digo e repito que, neste aspecto, o ateísmo anda muito distante. Ainda mais porque o ateísmo clásico, a exemplo de Dawkins, cria lá seus dogmas arrogantes como o da inexistência de Deus, negando a transcendência da consciência em relação ao corpo e à matéria.

Ivani Medina disse...

Rodrigo

O embate que estamos a viver é próprio e inevitável ao corrente período de transformação. Fica difícil aceitar o arrogante triunfalismo religioso cristão quando acreditamos que seja o bem estar da nossa espécie que está em jogo. Não sei por que se referes a mim como suposto ateu, quando jamais adorei ou louvei deus algum. Deve ser porque não penso pequeno, acredito. No entanto, concordo contigo neste parágrafo:

“[...] Sendo asssim, creio que a religião talvez só termine quando puder ser um dia substituída por um sistema melhor do que aquele que sempre ofereceu. Aí seria uma religião mais científica, com menos antropoformizações da divindade, afirmando o universalismo, [...]”

É por isto que os ateus conscientes aspiram, e não mesquinhamente o prazer da destruição das crenças oportunistas. Ateus que pensam assim são ex-crentes e ressentidos morais. Duvido que o termo religião, de falsa etimologia, possa fazer algum sentido como “religião mais científica” futuramente. Eu entendo o que você quis dizer, mas é uma boa oportunidade para um ateu se fazer melhor entendido. Ciência significa conhecimento e é o progresso irrestrito do conhecimento que conduzirá a humanidade a dias melhores exatamente assim.

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Caro Ivani,

Embora eu tenha me referido ao Márcio como um suposto ateu, também te incluiria pois penso que vocês são crentes e ainda não têm consciência disso. (rsrsrs)

Crer num futuro melhor para a humanidade significa de certo modo aceitar a existência de um caminho, um Tao. Isto necessariamente requer a aceitação de uma Inteligência Superior regendo o Universo. Logo estamos falando de Deus! Não da restrita concepção bíblica dos antigos judeus sobre a divindade, mas de uma visão mais ampla em que o Universo prossegue para um avanço ainda que numa aparente alternância da dialética.


"Duvido que o termo religião, de falsa etimologia, possa fazer algum sentido como “religião mais científica” futuramente."

Bem, Ivani, a humanidade se tornará muito medíocre se ela vier a desprezar a leitura religiosa algum dia. Tirando de lado o oportunismo religioso, devemos aceitar que a religião foi uma maneira de compreensão do mundo que o homem buscou desenvolver. Havendo ciência mais desenvolvida, ainda assim nem todas as respostas serão plenamente satisfeitas e as pessoas continuarão se apoiando na metafísica.

Nós ansiamos por nos conectar a um Todo Universal, à Plenitude da Vida. E aí eu te digo que a resposta em está em Cristo!

Mas como assim em Cristo?!

Refiro-me ao alcance da consciência crística, no reconhecimento de Cristo no humano, em nós, no próximo. No exercício do auto-conhecimento, pelo que o filósofo Sócrates não descartou aquilo que a religião dos gregos dizia numa dedicação a Apolo registrada em Delfos:

"Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo."

É para dentro de si que a humanidade precisa se voltar. E, como o conhecimento científico é apenas um meio, ele deve ser aplicado a um viver amoroso em benefício do próximo, o que nos levará aos interesses coletivos e difusos. E daí vem a Regra de Ouro presente nas mais diversas tradições religiosas:

"Ame o teu próximo como a ti mesmo".

Portanto, queiram os ateus ou não, a base de uma metafísica científica acabará sendo sob certo aspecto religiosa. O fundamento será Cristo!

Marcio Alves disse...

Caro IVANI

Não acredito somente que o ateísmo consiga acabar com as religiões, mas que alguma outra coisa, como a ciência, por exemplo, consiga, pois é impossível exaurir todo o conhecimento.
Como já dizia Freud com sua idéia revolucionaria de inconsciente que o homem não é dono de sua própria casa, ou seja, não conseguimos conhecer a nós mesmo totalmente, o que dirá tudo que há no universo.
Com isto eu quero dizer, que continuaremos sem resposta para algumas perguntas, menos, para a religião, e também, que o homem de hoje é o homem de ontem e será o homem do futuro, sempre precisando da religião como colorido em seu mundo cinzento.

Abraço

Marcio Alves disse...

RODRIGÃO,

Postei este texto lá no blog da confraria, e gostaria mano, que você copiasse os seus comentários daqui e colasse lá.
Quanto a deixar de ser ateu, eu também sou cético rsrsr porque ateísmo não é um estado de espírito que você acorda de manhã disposto a acreditar, ou não, nas fantasias religiosas, mas sim, um estado permanente de racionalização, conhecimento e consciência.

Abraço

Ivani Medina disse...

Caro Rodrigo

“Crer num futuro melhor para a humanidade significa de certo modo aceitar a existência de um caminho, um Tao. Isto necessariamente requer a aceitação de uma Inteligência Superior regendo o Universo. Logo estamos falando de Deus!”
Peraí, meu caro. Esta é uma interpretação toda sua e sempre vai tender ao deus bíblia. Eu não tenho nada a ver com isso.
“Bem, Ivani, a humanidade se tornará muito medíocre se ela vier a desprezar a leitura religiosa algum dia.”
Discordo inteiramente. Mais uma vez é sua visão pessoal de crente em ação. Ninguém se quer vai lembrar disso rsrsrsrs. A mediocridade ainda permanece e não quer ir embora.

A ideia de consciência crística só vale para aquém é cristão. Há quem chame de Eu Superior ou de sei lá mais o quê. Pouco importa, o que interessa é que essa página será virada, queiram ou não.

Ivani Medina disse...

Caro Marcio

Religião no sentido de religare , como Lactâncio inventou (seria a religação com o criador) é uma balela toda dele. O cristianismo sempre foi um poço de mentiras, sim senhor. Esse negócio de Freud, Nietsche etc. é só para confundir algo muito simples: a vida é uma invenção permanente, da qual não temos noção das possibilidades de configuração que ela poderá assumir. Tanto no pessoal quanto no coletivo. Agora, o autoconhecimento pode avançar e muito se a religião não atrapalhar e isto irá beneficiar igualmente o coletivo. O homem de hoje ainda é o homem de ontem porque a invenção da religião (como conhecemos hoje) assim o quer. A quem explorarão se for desse jeito?
Quanto à questão de conhecer tudo o que há no universo é pretensão de quem gosta e não uma aspiração de todo ateísta ou de todo ser pensante. Qual o problema? Que pretendam, ora bolas, problema de quem.

Abraço.

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