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sábado, 12 de maio de 2012

Ateus têm melhor vida sexual do que crentes, indica estudo


Olha só o que a culpa e a busca por uma falsa santidade faz com os crentes:

Ateus têm uma vida sexual melhor que a de um religioso. Quem faz tal afirmação é um estudo realizado pela Universidade de Kansas com 14.500 norte-americanos. A pesquisa mostra que os crentes são menos propensos a falar sobre suas fantasias sexuais e estão menos satisfeitos com suas experiências.
Neste levantamento, tanto ateus quanto crentes admitem ver pornografia, se masturbar e praticar sexo oral. A diferença é que os devotos dizem ter sentimentos de culpa logo após a realização de uma dessas atividades. O estudo encontrou uma relação direta entre crenças religiosas e culpa sexual.
Das pessoas que cresceram em lares religiosos, quase 23% disseram que se sentiam envergonhados de se masturbar. Enquanto que com os que se declaram ateus, esse percentual cai para pouco mais de 5%.
Outro ponto da pesquisa mostra que aqueles que deixaram de professar a fé por alguma religião tiveram uma melhora significativa na satisfação sexual após a sua conversão ao ateísmo. Os ateus disseram que a vida sexual “melhorou muito” e avaliaram suas novas experiências com média de 7,81, em 10 pontos possíveis.
“Descobrimos que as pessoas se sentem muito culpados por seu comportamento sexual quando são religiosos, mas isso não os impede de fazer as coisas, só faz com que se sintam mal. Isso faz com que ele voltam para a religião para obter o perdão. É como ele tivessem gerado uma doença e Igreja oferece-lhes a cura “, disse o psicólogo Darrel Ray, um dos autores do estudo.


2 comentários:

João Batista disse...

Eu concordo em gênero e grau que os ateus possuem uma vida sexual muito melhor do que a nossa(evangélicos convertidos).Porem isso não é o fim do mundo não,é questão de valores,o que tem mais valor na tua vida se tornará predominante sobre você.Precisamos lembrar que toda ação gera uma reação futura,eu posso escolher com quem e de que forma fazer sexo e ninguém tem nada a ver com isso, mas não posso escolher as consequências disso.Se o sexo é a coisa mais importante na vida de uma pessoa, ela vai pensar e investir nisso boa parte de seu tempo,se a pessoa tem outros valores como,santidade ou respeito pela família,ela vai investir nisso também.Tanto um como outro está investindo no que tem maior importância na sua vida, são escolhas que fazemos.E eu arrisco todas as minhas fichas em dizer que uma pessoa bem realizada no sexo,muitas das vezes chegam nas igrejas com a vida toda arrebentada, e vai ser uma pessoa "insatisfeita" sexualmente, que irá ajudá-lo nos seus dilemas do dia a dia.Então eu concordo que nós evangélicos convertidos,perdemos algumas coisas "boas" da vida sim, mas podemos ser recompensados em outras.Abraço a todos....

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Infelizmente, o cristianismo ainda tem muitos boicotes em relação ao sexo. Mesmo no protestantismo em que os pastores se casam, a formatação dos textos do Novo Testamento ainda levam muitos a idealizarem uma vida assexuada como sendo o melhor padrão para a "dispensação da graça", confome uma leitura literal de 1Co 7. Ainda mais quando se tem a ideia de um Cristo que jamais se casou.

Entretanto, não acho que seja ruim a restrição quanto a determinados atos sexuais como masturbação e sexo oral (feito no homem) ou anal. A meu ver, deixando de buscar estas coisas, o crente consegue ter uma vida mais satisfatória e consegue proporcionar mais prazer no casamento. E, mesmo que deslizes sejam cometidos no leito conjugal, a vergonha acaba limitando uma prática mais frequente dessas coisas inconvenientes.

"Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as suas mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." (Rm 1.24-28; ARA)

EMbora o autor tenha escrito isto aplicado ao homossexualismo e à prática da idolatria, penso que, por analogia, podemos incluir aqueles que desprezam a Deus e decidem se afastar dos mandamentos bíblicos. Pois eles acabam se sentindo aptos para praticarem atos sexuais inapropriados.

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