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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

“Anula en mí mi masculinidade” (del Irmão Antoninus)



“Anula en mí mi masculinidade” 

Anula mi masculinidad, Señor, 

Y tórname mujer y frágil, 

Si por esta total transformación 

Puedo saber mejor de Ti. 

¿De qué vale el mi propio sexo 

Si un audaz instinto posesivo 

Sólo haría alejarTe de mí? 

Cuánta inutilidad habita mis ancas, 

Para instigar, instigar el feroz instinto de la vida, 

Cuando lo necesario es una inmovilidad silenciosa. 

“L’alma es femenina para Dios.” 

(del Irmão Antoninus)



“Anula em mim minha masculinidade” 

Anula minha masculinidade, 

Senhor E torna-me mulher e frágil, 

Se por esta total transformação 

Eu puder conhecer melhor a Ti. 

De que vale o meu próprio sexo 

Se o audaz instinto possessivo 

Só faria afastar-Te de mim? 

Quanta inutilidade habita meus quadris, 

Para instigar, instigar o feroz orgulho da vida, 

Quando necessário é uma imobilidade silenciosa. 

“A alma é feminina para Deus.”

Um comentário:

Anônimo disse...

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